quarta-feira, 11 de novembro de 2009

R.I.P Enke

Terás tido os teus motivos...Obrigado pelos 3 anos passados na Luz, para onde confessas-te que gostarias de Voltar...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Braga vs Benfica rescaldo

Em primeiro lugar grande jogo de Futebol na Pedreira, duas boas equipas que estiveram bem no plano táctico e técnico, sempre com pensamento no golo. Ganhou a que foi mais feliz.

Jesus decidiu em parte abdicar daquela que tem sido a maior arma do seu Benfica esta época. Decidiu baixar o bloco, e não pressionar o adversário logo á saída de bola, talvez com isso pretende-se dar o “engodo” ao Braga e jogar nas transições rápidas nas costas dos defesas.
O Braga não se fez rogado, assumiu o jogo, e na primeira oportunidade que teve (um livre lateral sobre o seu lado direito), Hugo Viana fez 1-0.
Tiro no porta aviões, vamos voltar ao habitual, pensou Jesus. Foi automático assim que o golo aconteceu, a equipa do Benfica subiu a zona de pressão, e começou a tentar fazer o seu jogo, mas para isso tinha que passar pelos 3 médios do Braga, Vandinho, Mossoró e Viana, que faziam uma teia e aprisionavam Aimar e principalmente Javi Garcia, impedindo uma boa transição encarnada. Aos poucos o Benfica foi precebendo o que tinha que fazer para saltar essa pressão. Trocas posicionais entre Di Maria e Ramires, os médios direitos e esquerdos com Saviola o segundo avançado, Di Maria tentava arrastar João Pereira para Posições mais interiores do campo, enquanto Saviola rapidamente ocupava o seu espaço, sendo a bola lançada pelos defesas, para esse espaço, onde Saviola, dominava e sai em velocidade para atacar a baliza, no lado contrário Ramires tentava fazer o Mesmo com Evaldo, mas essa movimentação não estava a sair tão bem.
Com o crescimento do Benfica o jogo ficou electrizante, golo anulado a Luisão, oportunidade nas duas balizas, e a promessa de uma grande 2ª parte:

Mais uma vez, um jogo com controvérsia no intervalo, desta vez, começou ainda no campo, á entrada do túnel de acesso aos balneários e acabou dentro do mesmo.
Resultado, Benfica sai mais prejudicado, porque fica sem Cardozo o seu principal goleador, e o Braga perde André Leone, facilmente substituível por Rodriguez.

Na segunda parte mais do mesmo, o Benfica a tentar pressionar, a tentar empatar e o Braga a tentar jogar no espaço dado nas costas da defesa encarnada.
Aconteceu ao Benfica aquilo que ainda não lhe tinha acontecido este ano, foi traído pelos seus índices físicos, Saviola foi o primeiro, seguiram-se Aimar, Di Maria e incluisvé Maxi Pereira (para Maxi arrebentar é preciso correr e correr muito).
Jesus não foi feliz na sua 1ª opção, tirar Javi já amarelado, para pôr Keirrison, totalmente desenquadrado dos movimentos da equipa, e demorou a mexer, perante o quadro físico da equipa. O 2-0 matou no plano anímico o que fisicamente já não abundava, a força.

Como já disse, grande jogo de bola, onde ganhou a equipa que mais feliz foi, porque tiveram ambas á altura uma da outra.



highlights - MyVideo

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Braga vs Benfica

Sábado Braga para e o estádio da luz transfere-se para a cidade dos arcebispos. Silencio que jogam os dois primeiros da classificação, jogam aqueles que mais tem empolgado os seus adeptos.
Que jogo poderemos ter?
O Braga de Paciência assenta o seu numa filosofia de equipa grande. 4 defesas, com laterais com pendor ofensivo (João pereira e Evaldo), meio campo consistente e criativo, com ritmos marcados por Hugo Viana, ataque agressivo e rápido, com Meyong como referencia. Seja em 4*4*2 seja como na maioria das vezes em 4*3*3, o Braga tem, encarado os jogo em campo inteiro, tentando domina-los. Esta é a primeira pergunta que coloco, irá Domingos tentar dominar ou Benfica, ou tentará apenas e só numa primeira fase controla-lo?
Braga de Paciência tem sido um misto, não tem encantado, mas tem sido regular e tem aproveitado as oportunidades que cria.
Acredito que Domingos, começará em 4*3*3 com Vandinho e Mossoró a dar os equilíbrios no meio campo e tentando ser tampão para a ligação Aimar – Saviola.
Jesus neste seu regresso a Braga, não abdicara da equipa na máxima forca, no já habitual, 4*1*3*2, se na defesa a duvida so se coloca em relação ao defesa esquerdo (Peixoto ou o adaptado Coentrão, que muito bem esteve frente ao nacional) na restante equipa, salvo lesões de ultima hora, Javi, Ramires, Di Maria e Aimar no meio campo, Saviola e Cardozo no ataque. Espera-se um Benfica a pressionar a campo inteiro como tem sido habito, com Javi a dar critério ao jogo, Aimar a marcar o ritmo, Ramires sufocante a defender e nos espaços mortos do campo a atacar, Di Maria a dar os seus já habituais esticões, empregando velocidade e criatividade. O gigante e o coelho a infernizar a cabeça aos defesas. Benfica já mostrou que também esta preparado para os jogos em que foi preciso sofre (Guimarães e Leiria), veremos que equipa teremos, a que encanta, ou a trabalhadora, que não jogando o melhor futebol, através da garra entrega e concentração no jogo, os venceu.
O Benfica entra com o factor psicológico em alta, ganha, goleia, e parece que não transpira, em Braga outro bom teste.

Pedreira estará completamente lotada….

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

QuaQUa....Sou Pato, Alexandre Pato

Há jogadores assim, que quando nos perguntam, qual ou quais são os jogadores que mais nos encantam ver jogar, muitas vezes nos esquecemos deles. Um é Van Persie, atacante do Arsenal, existe muito boa gente que não lhe vê capacidades para estar entre os melhores do mundo, pessoalmente acho que o seu nome devia estar mais vezes entre essa "elite". Outro é Pato, Alexandre Pato. Numa altura em que o AC Milan se encontra em crise desportiva e provavelmente financeira, e que busca alguém dentro do campo que simbolize o que é ser rossonero, e que já agora resolva jogo, Pato, mantém aquilo que o levou ate Milão...a arte de fazer golos. E agora com o condão de serem decisivos.
Pirlo e Seedorf demoraram cerca de 60 minutos a encontrar o caminho que poderia levar a bola À baliza do Real Madrid, mas quando perceberam, rapidamente entenderam que Pato era o homem a quem dar a bola...
E como esta grande Pato, ainda mais rápido, ainda mais criativo, ainda mais forte, mais matador.
No terreno da equipa mais galáctica do planeta, Alexandre fez questão de se reapresentar aos mais desatentos. Sou pato...Alexandre pato...(e dos melhores do mundo)


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Itália 90…9+2 e Cabo das Tormentas

Vi com redobrada atenção o Uruguai Argentina, que decidia a 4ª vaga directa do continente Sul Americano para o Mundial do ano que vem.

Quando vi a equipa titular Argentina apercebi-me logo que Maradona apostava no contra ataque, e mais convencido disso fiquei, quando me apercebi que quer Di Maria, quer Jonas Gutiérrez, tinham ordens para dar um grande apoio aos laterais dos seus respectivos lados, defendendo quase como laterais, permitindo a estes dar apoio á dupla de centrais. A este facto temos que juntar que os dois médios eram os dois de características mais de contenção, do que de criação (Veron e Marcherano). Ou seja Maradona repescou para este jogo o 9+2, com que a Argentina chegou á final do Itália 90. Messi e Higuain eram as duas ilhas no deserto ofensivo alvi celeste.
Duro ver a Argentina jogar assim, quando tem como jogadores seleccionáveis, Lucho, Aimar, Tevez, Aguero…ou Riquelme (que mesmo em fim de carreira dava jeito a muito boa gente).

Messi é um jogador triste nesta equipa, para além de ter que contar com marcações cerradíssimas, sempre que recebe a bola, olha para diante e a sua frente vê um deserto de camisolas Argentinas com cerca de 40 metros. Tem que temporizar e esperar pelos apoios, ou então enfrentar constantemente os seus múltiplos opositores directos.
Apercebi-me da sua tristeza ao ver estes 2 jogos, o de sábado e o de ontem, chegando ao ponto que quase não ter aparecido nas imagens dos festejos da qualificação, e mesmo quando a sua fugaz imagem apareceu, a introspecção e a falta de expressão de contentamento eram a sua imagem.

Portugal e a qualificação para o Play off?
Demérito da Suécia ou mérito nosso? Essa é para mim a questão que há-de ficar, depois de jogos irregulares, exibições desastrosas, resultados negativamente surpreendentes.
A Suécia teve o pássaro na mão, “bastava” ganhar á Dinamarca, porém não o conseguiram fazer. Porém o que escrevi anteriormente sobre a nossa fase de qualificação serve também para os Suecos (jogos irregulares, exibições desastrosas, resultados negativamente surpreendentes). Acabamos por ser um ponto menos negativos que os Suecos e isso valeu-nos a qualificação para o Play off…ainda não chegamos á África do Sul…mas será que já passamos o cabo das tormentas?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Inglaterra de Capelo e o seu eixo central

Vejo os últimos 5 minutos do Inglaterra 5 Croacia 1, e vejo uma Inglaterra a fazer posse de bola, segura circulação de bola, de pé para pé, procurando calma a pacientemente o momento para atacar a baliza. È certo que o resultado lhe confere essa tranquilidade, mas Capello deu outra alma á “selecção da rainha”.
A grande diferença desta Inglaterra, está no posicionamento de 3 jogadores, Gareth Barry á frente do quarteto defensivo, médio de 28 anos agora no Manchester City, que vê finalmente reconhecido o seu valor em termos de selecção. è ele a par de Lampard que definem tudo na equipa, que ritmo impor, se jogam mais curo ou mais apoiado, são eles que queimam linhas na transição, são eles os patrões no meio do campo da equipa. Gerrard ocupa a posição atrás dos ou do ponta de lança, o que permite-lhe jogar em função dos espaços deixados por estes no campo, entrando de trás, aplicando a sua visão de jogo ou o seu poder de finalização. A colocação de Gerrard nesta posição permite também á equipa pressionar alto quase na saída da bola. Terry atrás no sector defensivo é o líder de uma defesa que ainda lhe falta Ferdinand.
Ou seja a Inglaterra percebeu que dominando o eixo central do relvado, domina o jogo, assim Terry, Barry, Lampard; Gerrard e Rooney , são as principais peças de uma maquina que começa a ficar muito bem oleada.
Porem dominar o eixo central não quer dizer jogar pelo eixo cental, assim Aron lennon ou Defoe, dão a largura necessária a qualquer equipa.

Maradona....e saber defender...

“Por tudo isto, encaro com receio e desconfiança esta nomeação! Temo que Maradona, ainda não tenha ultrapassado, 10 anos depois, a fase do jogador, do ter de deixar de fazer aquilo que melhor sabe e gosta, de não ter a atenção totalmente centrada em si, quanto a mim, um dos vários motivos que o conduziram aos caminhos que percorreu!Encaro com receio esta nomeação também pelas palavras de Corrado Felaino, com que abro este post, Maradona só poderia ser treinador de uma equipa onde jogasse o próprio Maradona. E muitas vezes é mais fácil dirigir estando dentro das quatro linhas, as mensagens chegam muito mais depressa, do que quando vindas do banco. Messi e Riquelme são grandíssimos jogadores, predestinados, mas Maradona nunca lhe poderá pedir que sejam Diego dentro do campo, podem se aproximar, mas nunca o serão Diego. Sentirá-se frustrado quando pedir aos jogadores para fazerem isto ou aquilo, jogarem desta ou daquela forma, e perceber que eles não o conseguem fazer. Explodirá, dirá o que deve e o que não deve, entrará em conflito com esta ou aquele jogador, e virá Bilardo acalmar as coisas!”

Estas foram as minhas palavras a 31 de Outubro de 2008, aquando da nomeação de Diego Maradona como seleccionador Argentino.
Quase um ano depois, e uns quantos jogos de apuramento para o mundial 2010, venho aqui reconhecer que os piores receios se concretizaram (tirando o facto de Diego ainda não ter explodido no banco, onde mantém quase sempre uma imagem de sofrimento, muito sofrimento).

Vamos por partes, se no ataque como escrevi recentemente continua a faltar um ponta de lança com características diferentes de Aguero ou Tevez, alguém mais próximo dos aqui recordados Batistuta e Crespo.

No meio campo, sempre pensei que com Maradona como treinador, as suas equipas tentassem tocar mais a bola, jogar mais apoiado, com passe e desmarcações rápidas. O que tem acontecido é que principalmente por responsabilidade de Veron, procura-se muito as costas das defensivas adversárias, que contra equipas com bloco baixo, como tem acontecido anula em muito a qualidade técnica dos homens da frente.

Alguém me consegue dizer o nome de um central argentino de classe mundial nos últimos 30 anos? Por mais que pense não encontro nenhum?
A Argentina de Maradona defende muito mal, ou melhor os seus jogadores das posições defensivas comentem erros demasiados infantis para serem verdade em alta competição, basta olhar para os 3 golos sofridos frente ao Brasil. De toda a defesa só Zanetti dá garantias, Heinze (não entendo como consegui chegar a grandes clubes mundiais), Pappa Otamendi são horríveis, Coloccini, menos mau, mas…

E certo que uma equipa quando defende, defende como um todo, mas normalmente os golos tem surgido por falhas individuais de jogadores das posições defensivas. Para quando uma defesa com a mesma qualidade do resto da equipa , ou a defenderem correctamente.



Com tudo isto, os Argentinos correm o risco de ficarem fora do mundial, e fica provado que Diego, nunca deveria ter saído da imortalidade dos relvados, para a guilhotina do lugar de treinador

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Kaka, Ronaldo e Messi, que jogadores depois dos 30

Se um jogador atinge normalmente o auge da sua condição atlética e maturidade futebolística, entre os 26 e os 29 anos, olho para as idades aqueles que são considerados os 3 melhores da actualidade, e tento perceber o que são neste momento, e o que poderão acrescentar ou retirar do seu futebol num futuro próximo.

Kaka agora com 27 anos, é o único dentro da idade dita do “auge” do máximo das suas capacidades, mas desde cedo revelou o que seria o seu futebol, por esta altura.
Jogador criativo, de explosões, arrancadas, de drible fácil, de muita visão de jogo e de elevada capacidade de passe. Tudo isto cimentado pela sua robustez física natural, que muitas vezes faz uso para fugir aos seus caçadores em campo. Mas com a bola nos pés este Brasileiro sempre foi classe pura. Kaka já fazia tudo isto com 22 anos (idade de Messi por exemplo), o que Kaka ganhou ao atingir o auge, foi capacidade de gestão de ritmos de jogo, que lhe permite agora aproximar-se muito do que é o número 10 moderno, ou de aquilo que muito treinadores idealizam como o 10 moderno (Rui Costa e Seedorf, tiveram a sua cota parte de participação neste processo).

Kaka depois dos 30?
Será cada vez menos um jogador de esticões no jogo, de arrancadas, acelerações, será cada vez mais um pensador, aproximar-se-á muito do que foi Zidane por essa idade. O futebol da sua equipa passará todo por si no processo ofensivo, ao contrário do que acontecia por exemplo no Milan, onde Kaka era solicitado para dar velocidade ao jogo. Talvez sinta necessidade por essa altura de jogar uns metros mais recuado, para melhor ver o campo, melhor ler o jogo, melhor desequilibrar, em tabelas, em drible ou em passe.
Aquli que é Kaka hoje em Madrid é a antevisão do que será o Brasileiro depois dos 30, em termos quer de posicionamento, que de solicitação de jogo.

Ronaldo agora com 24, todos sabem é um criativo, velocista, tecnicista, driblador nato. Durante muito tempo teve a linha como sua melhor amiga, entretanto foi aparecendo em zonas mais de finalização e começou a tornar-se goleador, mantendo intactas as suas características, principais. Ganhou também compleição física, que o ajudou a suportar melhor os confrontos físicos.

Ronaldo navegará pelos 26 aos 29 anos, como um avançado que permitirá diversas soluções ao seu treinador, jogando como avançado ou como extremo, e provavelmente ganhará inteligência para perceber quando deverá ser extremo e quando deverá ser apoio do ponta de lança.

Ronaldo depois dos 30
Penso que depois dos 30, Cristiano cada vez mais tenderá, para ser um segundo ponta de lança, e ter contactos esporádicos com aquela que foi no seu inicio de carreira a sua melhor amiga, a linha. Será uma versão melhorada de Raul, porque é mais robusto, e apesar de tender a perder velocidade de ponta de aceleração, manterá a velocidade de execução rápida e espontânea, necessárias nas zonas de finalização. O seu perfil nunca será o de um pensador, de algum gestor de ritmos de jogo, ficará eternamente preso aquilo que os que jogarem atrás de si (médios), lhe poderão proporcionar em termos de jogo, de bolas jogáveis.
Não o vejo com as mesmas capacidades de jogo que Luís Figo por exemplo, que por ter passado tantos anos agarrado á linha, conheceu-lhe todos os segredos, de como a partir dela, se tornar um pensador de todo o jogo de uma equipa.
Messi agora com 22 anos, é tudo o que se sabe, criativo, velocista, tecnicista, driblador nato e…pensador. Pode ser extremo, que serve para golo ou vai para golo sozinho, avançado que tranquilamente finaliza, ou jogar como 10, se como é o caso tiver alguém que lhe leve a bola até as zonas de decisão (Xavi e Iniesta).
Falta-lhe físico, dirão alguns, pergunto-me para quê se essa é uma das suas armar, a capacidade com que aparentemente frágil, é certamente ágil, foge, tabela, acelera, dribla.

Pergunto-me se Messi atingirá o daqui a 4/5 o seu “auge” de condição atlética e maturidade futebolística, sinceramente espero que sim, relegaria Maradona Para 2º melhor jogador de todos os tempos, e tiraria um peso de cima á FIFA, mas caso isso não aconteça que se deixe ficar como está, precoce em tudo. Uma característica certamente Messi ganhará nessa idade, capacidade de gestão de ritmos, por vezes percebe-se que são Xavi e Iniesta que lhe contem a sua vontade de aceleração constante de jogo, e mais ainda se nota quando está ao serviço da sua selecção, onde não tem estes dois gestores do jogo e da bola. Acredito que com a idade Leonel ganhe isso.

Messi depois dos 30, poderá fixar-se nas costas dos avançados, ou mesmo como avançado, jogando um jogo que muitas vezes Guardiola, gosta de o fazer jogar, “o Jogo da ilusão”, jogando com falso avançado, que sairá constantemente da zona dos centrais para os iludir, e os atrair para zonas que não as suas. Talvez perca alguma agilidade para fugir as marcações mas compensará com um ainda melhor conhecimento de todos os terrenos que pisa.
Obviamente Messi poderá ser 10, jogar a 10, e acho que é ai que todos nós o vamos gostar de ver, relembrando os antigos números 10 que tendem a desaparecer, um 10 mais clássico que Kaka, aquele 10 que qualquer treinador obrigatoriamente deverá dar liberdade no campo, para criar, desequilibrar, brincar como “El Diez” Maradona o inspirou.

C.Ronaldo que terrenos pisar neste Real?


Este fim de semana estive a ver com especial atenção o 1º embate do Real Madrid para o campeonato Espanhol. Acompanhei com muita curiosidade as movimentações de Cristiano Ronaldo pelo campo.
O Real é actualmente uma tentativa de criação de uma equipa de futebol ofensivo, para isso foram contratados 3 dos melhores jogadores do mundo, Ronaldo, Kaka, Benzema.

Se para Benzema o papel esta facilitado, por ser um avançado / Ponta de lança, sabe que deve jogar fixo na área mais ponta de lança, menos avançado, esse papel por agora é dado ao eterno Raul, que se movimenta nas suas costas, partindo dai para dar os apoios e fazer a ligação entre médios e Benzema. O Francês joga fixo e raramente cai nas linhas, não é esse o seu papel neste Real. A si está-lhe atribuída a função de concretizar, de “matar”, em golo as bolas que sucessivamente poderão aparecem na área.

Kaka, será o cérebro criativo da equipa, pede-lhe que não seja o jogador de que actuava no Milan, que dava esticões no jogo, que constantemente acelerava, para servir os avançados ou que enfrentava sozinho cerradíssimas defesas: essa Kaka, poderá e deverá aparecer mais nos jogos fora do Bernabéu. Kaka numa suposta posição 10, será o pensador, o criativo (Xavi Alonso mais organizador posicional da equipa), o homem do ultimo passe ou de passes de ruptura normalmente para os avançados Raul e Ronaldo ou para qualquer outro jogador que procure movimentos de ruptura.

Toda esta introdução para chegar ao posicionamento de Ronaldo em campo. Dos jogos que tenho visto o Real Madrid jogar, parece-me haver uma indefinição do que é pedido ao 9 Madrileno. Jogar como extremo aberto, ou como avançado interior?. Passo a explicar. Jogando Ronaldo com extremo típico, aberto a toda a largura do campo, o que tem acontecido é que ao receber a bola, o Português normalmente não tem apoio imediato, Raul move-se perto de zonas mais centrais, Kaka nem sempre se consegue libertar das marcações a si impostas pelos médios adversários, Benzema pouco sai da área, e o lateral do lado onde normalmente está CR9, talvez para manter os equilíbrios da equipa pouco ou nada soube no terreno, mesmo Marcelo que é lateral de vocação ofensiva. Ficando constante exposto a situações de 2x1 defensivos. Jogando como avançado interior, afunila, para zonas onde as marcações são ainda mais cerradas, e onde o seu futebol de explosões, de arrancadas, de pequenas acelerações não consegue aparecer. Ronaldo acaba por ter até mais tempo a bola nos pés de que quando jogava em Manchester, acontece é que normalmente não a recebe em zonas propicias para si e para o seu tipo de jogo.

Penso que esta posição entre extremo e avançado interior, será uma forma de tentar com que também Ronaldo jogue perto da baliza, para também ele chegar ao golo, não só de penalty, a pressão de 94 milhões de euros, terem que fazer golos, também de penalty mas não só de penalty. No entanto esta indefinição posicional, limita o futebol de Cristiano.
Manuel Pellegrini, deverá rapidamente, perceber, que ou Ronaldo joga a extremo puro, para o fazer regressar ás origens do seu futebol, feito de velocidade, desequilíbrios no 1x1 ou mesmo 2x1, assistências e finalizações, aparecendo em diagonais largas saindo da linha lateral para aparecer entre o central e o lateral, e para acima de tudo, lhe retirar a pressão dos golos. Ou então o técnico terá que retirar o 7 Raul, e colocar CR9 na ligação entre Kaka (médio criativo) e Benzama (ponta de lamça), como avançado deambulando a toda a largura da frente de ataque. Podendo assim fugir mais as marcações e beneficiando mais dos passes a desmarcar de Xavi Alonso e Kaka.

Para mim neste momento antes de ser um problema de entrosamento ou adaptação, é essencialmente uma problema posicional e de dinâmica de equipa que afectam o futebol de Ronaldo no Real Madrid. Enquanto Pellegrini não for claro com o que pretende do Ronaldo no campo, o muito futebol que tem nos pés não explodirá. Só bem posicionado, poderá ser bem utilizado.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Recordando - Gabriel Omar Batistuta


Numa altura em que Sporting e Fiorentina se defrontam, recordo um avançado que deixou saudades não só em Florença, mas também na selecção Argentina. Gabriel Omar Batistuta. Curiosamente recordo hoje “Batigol” não pela Fiorentina, mas ao ver o golo de Aguero contra o Panathinaikos, recebeu a bola á entrada da área, driblou e rematou cruzado. Este é o estilo de quase todos os grandes avançados Argentinos actuais. Mobilidade, baixo centro de gravidade, facilidade no drible, capacidade de explosão em velocidade, matadores na área, não vivendo dentro dela. Assim de repente perfilam-se o já referido Aguero, Tevez, Messi e até mesmo Lizandro Lopes. Batistuta tinha algumas desta virtudes, explosão em velocidade para rematar, matador dentro da área, mas vivia dentro dela, a isto juntava a sua força natural e uma capacidade de impulsão fantástica. Era um ponta de lança, não um avançado, mas um ponta de lança, um matador, não um avançado móvel que criava desequilíbrios com a sua movimentação, mas sabia viver no limite do fora de jogo, como poucos. Golos era a sua arte, e fez muitos por todos os lados por onde passou, Newell´s Old Boys, River Plate, Boca Juniores, Fiorentina (9 épocas), Roma e Inter. Depois de si, Crespo fez o mesmo papel na azul celeste, mas com a sua saída, a selecção das “Pampas”, tem agora uma legião de “ratos” que tem um estilo muito, mas muito diferente deste verdadeiro bombardeiro.

PS: Neste video só estão golos pela Fiorentina e pela roma, mas em todo o lado foi assim

Diz-me o teu banco e dir-te-ei que equipa tens!


Na quinta época em Alvalade, Paulo Bento sempre esteve habituado, a não ter grandes soluções no banco, foi tendo ao longo deste anos, um ou outro jogador que num melhor momento de físico e psicológico, entrava para mexer com o jogo, tendo a sorte ou saber, para marcar golos decisivos. Foram os casos de Vukcevic, Derlei, por vezes Postiga e raramente Djaló ou Romagnoli.

Hoje em Florença, num dos jogos mais importantes (por diversos motivos) da era Paulo Bento no Sporting, quase que adivinho, o pensamento do treinador.
Para Bento hoje difícil não é escolher que joga, difícil será escolher caso as coisas, no campo não estejam a correr bem á equipa?
Com Caicedo, Postiga e Izmailov lesionados ( o ultimo desde o final da época passada), com Vukcevic castigado, sobra-lhe como opção, para tentar algo mais no jogo….Carlos Saleiro (alguém se lembrava que ele fazia parte do plantel Leonino?). Hoje é maior arma ofensiva, que estará no banco.

Sempre fui da opinião que Bento fez milagres nos últimos anos, com os planteis que “consegui-o” ter, que a SAD Leonina lhe consegui-o proporcionar, mas actualmente está espremido ao máximo, á muito que atingiu o máximo do seu rendimento.
A maior prova disso serão, os elementos que estarão sentados no banco de suplentes: Tiago, Pedro Silva, André Marques, Tonel, Rochemback e Saleiro. Como uma equipa não são, apenas os 11 elementos que jogam, é caso para utilizar a expressão que dá titulo a este post, diz-me o teu banco e dir-te-ei que equipa tens.

Esperemos que Bento não tenha que recorrer ás suas quase nulas opções ofensivas no banco, para ter que ganhar o jogo de mais logo á noite.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Golo da semana em Portugal


Original Video- More videos at TinyPic

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Sporting vs Fiorentina

Tive oportunidade de ver ao vivo o Sporting Fiorentina, da passada terça feira. E mal o arbitro Viktor Kassai, apitou para o final do encontro, ouvi da boca de um adepto Sportinguista esta expressão que me deixou logo intrigado com o que seria dito e escrito sobre este jogo. “Epá hoje jogamos bem!”. Chegado ao carro, ouvi um dos comentadores da Rádio Renascença, expressar a mesma ideia, e para terminar os diários desportivos do dia seguinte, voltaram a reforçar essa ideia.
Perante este quadro voltei a colocar ao meu colega Eduardo que me acompanhou no jogo, a mesma questão que lhe coloquei enquanto ouvíamos os comentários radiofónicos na noite anterior. Será que nós os dois vimos um jogo diferente dos restantes 30 mil espectadores?

O que eu vi foi um Sporting atrevido nos primeiros 5 minutos de jogo, dando a Frey de brilhar por uma vez, nos restantes 40 minutos de primeira parte uma Fiorentina que calmamente CONTROLOU o jogo, e colocou em campo processos ofensivos muito simples, tabelas curtas, seguidas de mudança de flanco. Foi numa dessas venenosas jogadas que Vargas marcou o 1º golo, no segundo remate Viola á baliza.
Por essa altura já emergia no jogo um menino, chamado Montolivo (numero 18), médio centro da Fiorentina. Que jogador, sentido posicional fantástico, enorme leitura de jogo, que lhe permite sem grande esforço, estar onde a bola vai cair, para as ganhar sem oposição, qualidade de recepção e passe. Um pouco mais de criatividade e teríamos Pirlo, conhecem?.

Portano ao intervalo a Fiorentina ganhava, e ganhava bem porque tinha sido a melhor equipa, e a que melhor jogou como equipa. No Sporting apenas Daniel Carriço (andou a dobrar todos os seus colegas da defesa) e Miguel Veloso conseguiam sobressair, este ultimo muito em parte, pela deficiente participação defensiva de Mutu (aliás o Romeno veio passear a Lisboa, não demonstrando nada do que o faz ser um dos bons avançados mundiais.

No inicio da segunda parte, o Sporting apareceu melhor, pelo menos mais agressivo, e ocupando melhor os espaços do campo, muito por culpa do estoiro físico que muitos dos jogadores viola deram. Primeiro jogo oficial da Fiorentina e menos duas semanas de treino em relação ao Sporting.
Veloso continuava ao mesmo nível, Moutinho subiu ligeiramente de produção, e Matias Fernandez aparecia a espaços no jogo, sentia-se que mesmo não jogando bem, o Sporting mostrava vontade de fazer melhor. Na primeira oportunidade Vukcevic empatou e fez o que todos sabemos, expulso, segundo amarelo por tirar a camisola nos festejos do golo.

A preocupação da Fiorentina era agora arrefecer o a tal vonatde do Sporting, retirando-lhe a bola, tentando fazer posse de bola, mas a já referida deficiente condição física, aliado ao cansaço mental, retirou-lhe lucidez.
Mérito do Sporting que pressionou. Foi numa jogada desse género, tentativa de posse de bola da Fiorentina, erro infantil de um dos laterais, ataque rápido do Sporting onde surge para Miguel Veloso a fazer um grande golo de fora da área. Com o balanço o Sporting teve mais uma ou outra oportunidade de fazer 3-1, Liedson teve nos pés, mas não o fez, voltando a surgir Montolivo no jogo, voltou a unir a equipa, voltou a fechar espaços, voltou a dar critério e escondeu a bola e o jogo.
Ao mesmo tempo que o internacional Italiano voltou a tomar as rédeas do jogo, apareceu um outro “menino”, Jovetic, que entrou para o lugar de Mutu: Se com Mutu Polga ainda foi disfarçando o seu mau momento, Jovetic acrescentou algo que faltava ao ataque Viola, no segundo período, por desaparecimento no jogo de Vargas, dinâmica, mobilidade, ligação entre os médios e Gilardino.
Assim sendo ao minuto 78, Gilardino mostrou toda a sua qualidade, (na 1ª bola de golo que teve), recepção dificílima, finalização complicada, golo. Até ao fim realce apenas para o golo feito desperdiçado por….JOvetic.

Compreendo o porquê de todos os Sportinguistas terem ficado mais satisfeitos com a exibição e o porquê da impressa, ter passado a ideia de bom jogo do Sporting.
Os adeptos perante o que tinham visto futebolisticamente, neste jogo viram pelo menos mais vontade, e um pouco mais de “equipa” em campo. A impressa, fez o seu papel, de elevar a moral das tropas, por sabe o quanto é importante Portugal ter equipas nas fases de grupo quer da Liga dos campeões, quer da liga Europa. é que a este ritmo, dentro em breve Portugal terá 2 equipas nas competições europeias.

Ps: O Arbitro não esteve bem prejudicando o Sporting na analise de alguma situações, tendo influencia no decorrer do jogo. No entanto não prejudicou no resultado.


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Milagres existem...


Minuto 80 de jogo, tiro os olhos da televisão, e olho para a pessoa que comigo estava a ver o jogo, e digo “o Sporting vai marcar no último minuto”.
Minuto 90 a pessoa que estava a ver jogo comigo, pergunta-me “ainda acreditas que o Sporting vai marcar?”. Resposta “ como o jogo está, sim!”
Minuto 95, golo do Sporting. Essa pessoa olha para mim, e como pouco percebe de futebol, faz uma pergunta inocente, “o jogo não é em directo?”, antes de eu responder, logo dispara “como é que sabias?”

À coisas que quem vê futebol á muito tempo sente, ou pré-sente.

Não concordo com Paulo Bento quando diz que o Sporting mereceu passar esta eliminatória, vi com atenção os dois jogos e o Twente, com 11 elementos foi sempre melhor que o Sporting, mais organizado, melhor disciplinado, mais equipa.
Como fica então do sorteio de 6 feira na suíça?
Steve Mcclaren aos 59 minutos abdicou do jogo, quando tirou Perez, o homem que marca o ritmo ofensivo. Trocou por Tioté, musculo, altura, pior a atacar, melhor a defender. Defender, foi precisamente isso que a equipa pensou quando viu o Costa Marfinense em campo. Há substituições que mesmo não tendo como obejectivo defender, fazem as equipas terem esse pensamento. Foi o caso. Mcclaren e Kufo (avançado do Twente) quem não mata morre, o avançado Suiço pode ser forte, pode ser lutador, mas não é concretizador, falhar tantas bolas de golo dentro da área, numa eliminatória deste nível?!…! Ao contrário e a perder Bento largou a rigidez, e deu força, velocidade, querer e… talento! Talento de Vuc e Caicedo. Literalmente, “obrigaram” os seus colegas a acreditar, que era possível, mesmo não jogando bem. Os dois, não fizeram uma equipa, mas juntaram a equipa.
Depois deu-se o milagre.


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Porto – em busca de 5º consecutivo


Vencedor do campeonato da época transacta, este é mais um defeso em que os adeptos portistas viram partir alguns dos jogadores mais importantes, nada que os preocupe, já em outros anos foi assim e a equipa o clube, continuou a ganhar. Muitas vezes de forma pouco clara (normalmente onde há fumo, há fogo), mas continuou a ganhar.
Jesualdo viu renovado o seu contrato com a estrutura azul e branca, e viu partir Lucho, Lizandro e Cissokho, outros também foram para outras paragens, mas perdas de muito menor importância que os atrás referidos. Aguarda saber se poderá com Bruno Alves.

Baliza – Garantia de qualidade interna

Helton partirá em vantagem, no entanto principalmente Beto estará de olhos bem abertos, e dentes afiados para á 1ª ou 2ª falha do Brasileiro saltar para o 11. Helton sabe que parte em vantagem, mas se adormece. Nuno terá uma ou outra oportunidade num jogo mais fácil numa qualquer competição, taça de Portugal ou da Liga.

Defesa – Ter ou não ter Bruno Alves.
Actualmente a incógnita de ter ou não ter Bruno Alves na defesa Portista certamente incomoda os adeptos, Rolando tem qualidades, mas ainda não é líder de um sector defensivo, Maicon chegou de novo, e Nuno André Coelho, ao minuto 57 do F.C. Porto vs Estrela da Amadora da época passada, perdeu toda a credibilidade como jogador de futebol, mas isso são outras questões.
Boa contratação a de Álvaro Pereira a lateral esquerda deverá ser sua, Miguel Lopes terá que lutar muito para conseguir lugar no 11 assim como Benitez e Sapunaru, Fucile se as lesões não o afectarem, deverá ser 1ª opção para a lateral direita.

Meio campo – Ao ritmo do tango Sul Americano
Das actuais 9 opções de Jesualdo para formar o seu meio campo, 5 são Argentinas, ao que temos que acrescentar mais uma Uruguai (Cristian) uma Brasileira (Fernando) e uma colombiana (Guarin). Com a saida De Lucho, abriu-se uma vaga importante na mecanização, no pensamento, na marcação do ritmo, na disciplina táctica. Belluschi foi o primeiro a chegar e já mostrou que pode, obviamente com outras características, ser esse jogador, tem tido carta branca de Jesualdo, e tem sabido aproveitar. Valeri chegou posteriormente, e também ele nas suas características é concorrente ao lugar, confesso que ainda não o observei com a devida atenção, mas parece-me partir á frente de por exemplo Tomas Costa. Mariano, ganhou durante a época transacta alguns pontos na equipa, veremos se consegue consolidar mais minutos de utilização. Prediger chega para fazer não dormir Fernando, veremos se lhe roubará ou não o lugar. Cristian Rodriguez dá garantias seja qual for o sistema táctico que o Professor opte por utilizar. Palavra final para Raul Meireles, titular indiscutível, por enquanto nada nem ninguém lhe tirará o lugar.

Ataque: Hulk onde jogará…?
Se há uma certeza no ataque portista, essa certeza é Hulk. Seja a jogar na ala, seja a jogar como avançado centro Hulk com a saída de Lizandro, ganhou o estatuto de figura central. Chegaram Varela, que dá opções para jogar ou com dois avançados ou na ala, Falcão, que deverá ser opção quando Jesualdo quiser jogar com 2 avançados, ou encostar Hulk a uma das ala, e Orlando Sá, que deverá ser o elo mais fraco a par de Farias (caso fique). Consta que Jesualdo que mais um avançado, ou melhor dizendo mais um ponta de lança, alguém que jogue um pouco mais a imagem do que Cardozo faz no Benfica.

A minha visão global até ao momento.
Jesualdo ainda esta em fase de estudo, de reflexão, do que pretende ter e o que tem. A equipa vai ganhando na pré época o que mantém os adeptos tranquilos, mas o fantasma do mau inicio da época transacta paira no Dragão, Principalmente no eixo central estará a mais valia Portista, dupla de centrais (Bruno Alves Rolando), Meireles – Belluschi, Hulk. Aqui há que incluir Cristian Rodriguez, todos os outros lutarão por um lugar ao sol.