sexta-feira, 19 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
PS: Nani
Em 5 de Fevereiro deste ano, escrevi um post, que questionava, abordava os porquês de Nani não se impor definitivamente em Old Trafford.
Desde ai o próprio tem feito por não desperdiçar tempo, na sua afirmação como jogador importante no Manchester United. Enquanto acabava o post anterior a este Nani acaba de fazer mais uma assistência para golo. Felizmente Nani….Felizmente.
Desde ai o próprio tem feito por não desperdiçar tempo, na sua afirmação como jogador importante no Manchester United. Enquanto acabava o post anterior a este Nani acaba de fazer mais uma assistência para golo. Felizmente Nani….Felizmente.
Lucho e Lizandro: Grandes em contextos diferentes


Por vezes duvidamos ou invejamos da qualidade de certos jogadores. Conhecemo-los a jogar numa equipa, num contexto, e pomos em dúvida se em outra equipa, se em outro contexto, a sua qualidade continuar-se-á a evidenciar.
Penso nisto enquanto em dias diferentes revejo Lizandro no Lyon e Lucho no Marselha.
As mesmas características, os mesmos jogadores em equipas diferentes, em contextos diferentes.
Licha continua a ser um avançado a toda a largura da frente de ataque, continua a ser o guerreiro que não da 1 bola por perdida, continua a abrir espaços a atacar e a fechar espaços a defender. Falhou um golo feito, mas até nesse momento, percebeu-se qual a intenção, a execução é que saiu errada.
El comandante continua a ser El comandante, e isso só por si explica que Lucho, passou a ser a referência do meio campo Marselhês. Pareceu-me ainda mais liberto do que quando actuava no Porto. Continua a não ter que meter dribles no seu jogo, a sua movimentação suave e silenciosa, permite-lhe com pés de lã, aparecer em zonas onde recebe a bola solto, para uma transição, uma tabela, 1 passe a isolar ou 1 finalização. Já não era assim no porto? Ou melhor já não eram assim no porto?
Para quem tinha duvidas, em outras equipas, em outros contextos, a mesma qualidade de dois grandes jogadores.
Penso nisto enquanto em dias diferentes revejo Lizandro no Lyon e Lucho no Marselha.
As mesmas características, os mesmos jogadores em equipas diferentes, em contextos diferentes.
Licha continua a ser um avançado a toda a largura da frente de ataque, continua a ser o guerreiro que não da 1 bola por perdida, continua a abrir espaços a atacar e a fechar espaços a defender. Falhou um golo feito, mas até nesse momento, percebeu-se qual a intenção, a execução é que saiu errada.
El comandante continua a ser El comandante, e isso só por si explica que Lucho, passou a ser a referência do meio campo Marselhês. Pareceu-me ainda mais liberto do que quando actuava no Porto. Continua a não ter que meter dribles no seu jogo, a sua movimentação suave e silenciosa, permite-lhe com pés de lã, aparecer em zonas onde recebe a bola solto, para uma transição, uma tabela, 1 passe a isolar ou 1 finalização. Já não era assim no porto? Ou melhor já não eram assim no porto?
Para quem tinha duvidas, em outras equipas, em outros contextos, a mesma qualidade de dois grandes jogadores.
sexta-feira, 12 de março de 2010
F.C.Porto: o fim anunciado de um ciclo?

Em todos os seres vivos, existe um ciclo que é inequivocamente igual. Todos nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. Transportando para o futebol, todas as equipas tem ciclos, uns melhores outros piores, um mais vencedores outros mais perdedores. Normalmente é difícil ter ciclos intermináveis apenas a vencer, ou normalmente a vencer, mas quando esses ciclos acontecem, habitualmente os clubes esquecem-se de se preparar para continuar a vencer.
A derrocada do F. C. Porto na passada Terça feira no Emirates Stadium frente ao Arsenal, representou mais do que uma simples goleada, que teve como sequencia imediata a saída da liga dos campeões, representa em muito, a primeira grande ferida aberta, pelo possível fim de um ciclo de mais de duas décadas, em que a organização Porto se habituou a vencer.
Era visível nos últimos anos, que o F.C. Porto ia a cada ano perdendo jogadores influentes na equipa, e que o treinador Jesualdo Ferreira, tinha a árdua missão de reconstruir a equipa a partir de camiões de jogadores vindo das mais diversas partes do mundo. Vendendo qualidade, comprando quantidade, as vendas de Costinha, Maniche, Bosingwa, Quaresma, Derlei, McCarthy, Andersson, Pepe, Lucho ou Lizandro, foram sempre compensadas com a chegada 2 ou 3 jogadores de qualidade inferior.
Essa politica foi definitivamente implantada no “reinado” de Jesualdo Ferreira, que certamente pouco ou nada terá a haver com o aval dos reforços azuis e brancos. Para o Professor sobrava a missão de filtrar a qualidade dos que chegavam e tentar fazer uma equipa. Esse rumo teve sucesso devido á instabilidade vivida a sul, ao Benfica faltava-lhe alguém que se assumisse como homem forte do futebol, que avaliza-se a qualidade dos possíveis reforços e desse ordem na casa. Mais ao lado a falência financeira, Sportinguista impedia-o de esgrimir argumentos no mercado exterior, virando-se quase exclusivamente para a sua formação. Quer Benfica, quer Sporting eram curtos para a qualidade individual que existia no Dragão. O primeiro grande erro do F.C. Porto foi não antever, com uma correcta e antecipada politica de observações / contratações, as saídas dos jogadores que foram fundamentais ao longo deste últimos 4/5 anos.
Outro provável erro Portista é não ter na sua estrutura um homem forte que avalie antecipadamente os possíveis reforços, que perca tempo juntamente com um departamento de prospecção, a observar que tipo de jogadores encaixam ou não no tipo de futebol Portista, prova disso é que nos últimos defesos as principais contratações Portistas foram Cristian Rodriguez, Álvaro Pereira, Falcão todos descobertos para Portugal pelo Benfica e que a estrutura azul e branca desviou para o norte, Varela Cissokho e Ruben Micael que já actuavam em Portugal e a margem de erro na contratação era mínima, pois já todos conheciam as suas características. Hulk caiu-lhes em cima da mesa através de um empresário.
Vítor Baia em entrevista recente quase se ofereceu para essa função, muito semelhante ao que Rui Costa, tem no Benfica, ou Costinha poderá vir a ter no Sporting.
Parece-me que a estrutura esta cansada e necessita de novas estratégias, para além da já desgastada batalha contra o moinho de vento, chamado poder do sul (Benfica). Parece-me também que é altura de olhar para dentro e analisar, perceber que no futebol, não há formas infalíveis de sucesso, e o que resultou durante quase duas décadas hoje poderá já estar ultrapassado.
Só o futuro e as próximas acções poderão nos dizer se estamos a assistir ou não ao fim de um ciclo longamente duradouro de vitórias nacionais e internacionais do F.C. Porto, mas o actual presente e mesmo a qualidade com que ganhou muito recentemente, leva a que se coloque essa questão. Tem a resposta o próprio F. C. Porto
A derrocada do F. C. Porto na passada Terça feira no Emirates Stadium frente ao Arsenal, representou mais do que uma simples goleada, que teve como sequencia imediata a saída da liga dos campeões, representa em muito, a primeira grande ferida aberta, pelo possível fim de um ciclo de mais de duas décadas, em que a organização Porto se habituou a vencer.
Era visível nos últimos anos, que o F.C. Porto ia a cada ano perdendo jogadores influentes na equipa, e que o treinador Jesualdo Ferreira, tinha a árdua missão de reconstruir a equipa a partir de camiões de jogadores vindo das mais diversas partes do mundo. Vendendo qualidade, comprando quantidade, as vendas de Costinha, Maniche, Bosingwa, Quaresma, Derlei, McCarthy, Andersson, Pepe, Lucho ou Lizandro, foram sempre compensadas com a chegada 2 ou 3 jogadores de qualidade inferior.
Essa politica foi definitivamente implantada no “reinado” de Jesualdo Ferreira, que certamente pouco ou nada terá a haver com o aval dos reforços azuis e brancos. Para o Professor sobrava a missão de filtrar a qualidade dos que chegavam e tentar fazer uma equipa. Esse rumo teve sucesso devido á instabilidade vivida a sul, ao Benfica faltava-lhe alguém que se assumisse como homem forte do futebol, que avaliza-se a qualidade dos possíveis reforços e desse ordem na casa. Mais ao lado a falência financeira, Sportinguista impedia-o de esgrimir argumentos no mercado exterior, virando-se quase exclusivamente para a sua formação. Quer Benfica, quer Sporting eram curtos para a qualidade individual que existia no Dragão. O primeiro grande erro do F.C. Porto foi não antever, com uma correcta e antecipada politica de observações / contratações, as saídas dos jogadores que foram fundamentais ao longo deste últimos 4/5 anos.
Outro provável erro Portista é não ter na sua estrutura um homem forte que avalie antecipadamente os possíveis reforços, que perca tempo juntamente com um departamento de prospecção, a observar que tipo de jogadores encaixam ou não no tipo de futebol Portista, prova disso é que nos últimos defesos as principais contratações Portistas foram Cristian Rodriguez, Álvaro Pereira, Falcão todos descobertos para Portugal pelo Benfica e que a estrutura azul e branca desviou para o norte, Varela Cissokho e Ruben Micael que já actuavam em Portugal e a margem de erro na contratação era mínima, pois já todos conheciam as suas características. Hulk caiu-lhes em cima da mesa através de um empresário.
Vítor Baia em entrevista recente quase se ofereceu para essa função, muito semelhante ao que Rui Costa, tem no Benfica, ou Costinha poderá vir a ter no Sporting.
Parece-me que a estrutura esta cansada e necessita de novas estratégias, para além da já desgastada batalha contra o moinho de vento, chamado poder do sul (Benfica). Parece-me também que é altura de olhar para dentro e analisar, perceber que no futebol, não há formas infalíveis de sucesso, e o que resultou durante quase duas décadas hoje poderá já estar ultrapassado.
Só o futuro e as próximas acções poderão nos dizer se estamos a assistir ou não ao fim de um ciclo longamente duradouro de vitórias nacionais e internacionais do F.C. Porto, mas o actual presente e mesmo a qualidade com que ganhou muito recentemente, leva a que se coloque essa questão. Tem a resposta o próprio F. C. Porto
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Arsenal 5 - 0 Porto
Como vi este Arsenal - Porto...

O Porto tinha a difícil tarefa de não perder no Emirates Stadium e deitou tudo a perder, a meu ver com o 11 inicial. Confesso que não percebi a aposta do Jesualdo no Nuno André Coelho (Que tal Guarín de início, professor?)... Percebo que talvez quisesse "tapar" um bocadinho mais a defesa jogando com um homem capaz de ser o terceiro central da equipa (juntando-se a Bruno Alves e Rolando) mas, será sensato fazê-lo com um jogador que raramente joga?!
A primeira parte só teve um protagonista do lado do Porto: Helton! Só não defendeu as bolas de Bendtner...
Rosicky, Arshavin e Nasri foram as dores de cabeça de Meireles, Nuno André Coelho e Fucile...
Deram conta daquilo tudo!
Ao intervalo perspectivava uma mexida na equipa por parte do Jesualdo uma vez que só Falcao e Varela tentavam sacudir o jogo do Porto.
Jesualdo mexeu e arriscou... Tirou Nuno André Coelho para colocar o Rodríguez que pouco ou nada fez, também. Com esta alteração "destapou" o centro e abriu CLARAMENTE espaços entre-linhas onde os três médios mais adiantados do Arsenal puderam fazer o que quiseram... Wenger põe Eboué em jogo para continuar a ganhar espaços e Nasri fez a jogada de sonho de uma vida e marcou o 3-0 (foi vê-lo a passar por três homens do Porto de botas amarelas e a meter a bola no fundo da baliza). Momentos antes, Falcao tinha falhado o 2-1. Melhor, Almunia defendeu o 2-0. Equipa que não marca...
A partir daí não houve mais Porto (se é que já tinha havido) e o 4-0 surgiu com naturalidade.
As entradas de Guarín e Mariano (Rúben Micael esteve em campo?) já só serviram para não sofrer mais...
Já a acabar e já com a história quase terminada, Fucile fez um penalti que resultou no 5-0 para os gunners.
Quero destacar:
Seria injusto não declarar Bendtner o MVP mas... Diaby!!!

O Porto tinha a difícil tarefa de não perder no Emirates Stadium e deitou tudo a perder, a meu ver com o 11 inicial. Confesso que não percebi a aposta do Jesualdo no Nuno André Coelho (Que tal Guarín de início, professor?)... Percebo que talvez quisesse "tapar" um bocadinho mais a defesa jogando com um homem capaz de ser o terceiro central da equipa (juntando-se a Bruno Alves e Rolando) mas, será sensato fazê-lo com um jogador que raramente joga?!
A primeira parte só teve um protagonista do lado do Porto: Helton! Só não defendeu as bolas de Bendtner...
Rosicky, Arshavin e Nasri foram as dores de cabeça de Meireles, Nuno André Coelho e Fucile...
Deram conta daquilo tudo!
Ao intervalo perspectivava uma mexida na equipa por parte do Jesualdo uma vez que só Falcao e Varela tentavam sacudir o jogo do Porto.
Jesualdo mexeu e arriscou... Tirou Nuno André Coelho para colocar o Rodríguez que pouco ou nada fez, também. Com esta alteração "destapou" o centro e abriu CLARAMENTE espaços entre-linhas onde os três médios mais adiantados do Arsenal puderam fazer o que quiseram... Wenger põe Eboué em jogo para continuar a ganhar espaços e Nasri fez a jogada de sonho de uma vida e marcou o 3-0 (foi vê-lo a passar por três homens do Porto de botas amarelas e a meter a bola no fundo da baliza). Momentos antes, Falcao tinha falhado o 2-1. Melhor, Almunia defendeu o 2-0. Equipa que não marca...
A partir daí não houve mais Porto (se é que já tinha havido) e o 4-0 surgiu com naturalidade.
As entradas de Guarín e Mariano (Rúben Micael esteve em campo?) já só serviram para não sofrer mais...
Já a acabar e já com a história quase terminada, Fucile fez um penalti que resultou no 5-0 para os gunners.
Quero destacar:
- A actuação desastrada de Fucile. Mau de mais!
- A actuação do Helton na primeira parte, apesar de ter sofrido dois golos.
- A jogada de sonho de Samir Nasri.
- O oportunismo do Bendtner (hat-trick).
- A exibição de Abou Diaby... Que pêndulo fenomenal! Correu, deu linhas de passe, defendeu, atacou... No final vejo a estatística e reparo que teve uma percentagem de passes certos de 87%. Num homem que joga a meio-campo é o que se quer...
Seria injusto não declarar Bendtner o MVP mas... Diaby!!!
quinta-feira, 4 de março de 2010
Era capaz de me esconder na Luz

Num site sobre desporto nacional e internacional e em particular o futebol, existe uma rubrica cujo o nome é “Era capaz de viver no Bombonera”, assinada por Luís Mateus.
Lembro do nome dessa rubrica quando observo atentamente a época desportiva do Benfica 2009/10 era Jorge Jesus, e penso era capaz de me esconder na Luz.
Hoje a cerca de 3 meses do fim do campeonato é inegável e inquestionável, mesmo por parte de qualquer adepto não Benfiquista ou anti Benfica, que o futebol das “Águias”, foi /é o melhor futebol praticado nesta temporada, por uma equipa “Lusa”. Por isso era capaz de me esconder na Luz, para perceber, observar, escrever, qual ou quais os segredos de JJ, na projecção, na formação, na mecanização e na dinamização, deste Super Benfica.
Volto a referir que a 3 meses de findar a época todo o trabalho pode ser posto em causa pela não obtenção do tão ambicionado titulo de campeão nacional, ou em último caso a Liga Europa, já que a Taça da Liga é uma competição menor (está na final com o seu velho rival F.C. Porto), e a Taça de Portugal, foi inesperadamente sucumbida em casa ao pés do Vitória Vimaranense. Mas aconteça o que acontecer, o título de melhor futebol da liga vai para as bandas da luz, e os números serão intemporais e se não forem prova cabal, serão certamente um grande sinal.
Na baliza está o único ponto de não consenso do Benfiquistas, Quim é o titular nos campeonato (Júlio Cesár e Moreira dividiram as restantes competições), mas muito defendem que falta ao Benfica um guarda redes com a qualidade da restante equipa.
Para o futebol praticado pelos encarnados nesta época, os laterais são fundamentais, porque a transição defesa ataque é feita por si, a partir da sua zona de acção, são eles os primeiros a dar linha de passe assim que os médios ou centrais ganham a bola. Ver Maxi nessa função é quase como ver um Touro a correr desalmado pela faixa direita abaixo, sempre pronto a mandar pelo chão o que lhe aparece á frente, é certo que a lesão o fez perder algum fulgor que até ai evidenciava, mas é sem duvida o preferido na lateral direita. Se Maxi Pereira parece um Touro, temos por vezes na lateral contrária a sua antítese, Fábio Coentrão não partiu titular na época, mas o seu estilo de “Águia” fina no seu voo, conquistou o lugar de destaque dos sócios e simpatizantes. César Peixoto, não compromete e é aliás no geral mais equilibrado entre atacar e defender, por isso mais lateral que Fábio, mas o Vila Condense ganhou asas com Jesus e sente-se cada vez mais confortável no 11. Que lhe fez ou disse Jesus só ele saberá
Uma dupla de Centrais tem de ser como dois irmãos gémeos, quase sem falarem tem que saber o que o outro pensa, sente, reage e age
David Luiz deixou de uma promessa para ser uma certeza, apesar de alguns erros de concentração esta foi a época da sua confirmação, em termos técnicos – tácticos, foi a época do salto qualitativo, para o patamar dos melhor da actualidade, que lhe disse Jesus? Só a David interessará
Em todos os gémeos verdadeiros, há sempre um que é o dominante, o que controla, domina, aconselha, o que guia. È assim Luisão em relação a David Luiz, sabe que joga ao lado de um jovem que é irreverente, que gosta de arriscar, então dá-lhe assas para isso mesmo e cobre-lhe as costa, mas sempre que é preciso chama-o de manso e “chama-o” á terra.
Luisão com os passar dos anos ganhou experiência, sabe que em termos técnicos é o mais fraco central do plantel, (David Luiz, Sidnei, Miguel Vítor e até Rodrick dão-lhe de goleada, na técnica individual), mas lá do alto da sua torre de vigia, é a sua voz de comando que marca pontos e faz dele o patrão, e o farol de toda a defesa, ás vezes de toda a equipa.
Quando foi anunciada a contratação de Javi Garcia, pelo Benfica, logo muitas vozes se manifestaram pelo elevado preço do passe do passe do ex Real Madrid. Após 5 minutos do seu 1º jogo com a camisola do Benfica, essas mesmas vozes estavam rendidas e caladas. Javi segue á risca a frase que tem tatuada num dos seus braços, “Confiança é o 1º passo para o sucesso”, e para além disso nota-se e sente-se que tem uma cultura vencedora, e não se cansa de ganhar. È ele que define como é feita a transição defesa ataque, é ele que fica na sombra para outros brilharem. Se Luisão é patrão, Javi Garcia é o líder da equipa.
Ramires, antes de chegar, já tinha confirmado na selecção Brasileira que era reforço, chegou, viu, e confirmou, “o Queniano” corre, luta, destrói, constrói, aparece á esquerda, no meio, á direita, evita golos, dá golos e marca golos, não é isto o médio centro da actualidade?
Nas bancadas da luz canta-se Pablo Pablito Aimar, que a gloria devolverá!
È sabido que Aimar tem inúmeros problemas físicos, que a sua utilização tem de ser gerida quase ao minuto, mas o que seria do futebol encarnado sem a cérebro deste Argentino. Se Luisão é o Patrão, se Javi é o Líder, Aimar é o Pensador, o que marca os ritmos, o que inventa espaços, e que descobre e envolve os companheiros, o que sabe sempre antes dos outros o que fazer e como fazer. “Como Eusébio e Rui Costa outro dez imortal”.
Antes de falar de Di Maria, digo á partida que este é o jogador do Benfica que ou se ama ou se odeia. Ou se ama pelo seu génio, que é inegável existe, ou se odeia pelas inúmeras jogadas inconsequentes que por vezes tenta. Di Maria pode levar ao desespero qualquer adepto, como logo em seguida o leva a dar pulos de alegria. Era capaz de me esconder na Luz, para perceber o que fez Jorge Jesus, para que Angel seja agora mais consequente nas suas jogadas? Com um pouco mais de inteligência atingirias o Olimpo Di Maria.
È a Di Maria a quem chamam Di Magia, mas o mágico da luz é outro, chamam-lhe “El Conejo”, mas é ele que aparece em espaços muito pequenos, para de salto em salto acabar com as defesas adversárias. Saviola é de outro campeonato e é uma pena estar por cá, feliz de quem comprou bilhete de época e o pode ver quinzenalmente jogar no relvado da Luz.
Não há outro jogador igual ou parecido em qualquer outra equipa da nossa liga, inteligente, fino, tecnicista mas de processos simples, goleador.
Óscar Cardozo vai no 3 ano com a camisola do Benfica, e pelo 3 ano prepara-se para ser o melhor marcador da equipa com mais de 20 golos num ano. È um patinho feio naquele ataque cheio de técnica e criatividade, mas como já escrevi várias vezes, Cardozo tem um enorme defeito, marca golos, mas isso só deixa chateados os adeptos das equipa adversárias, e mesmo os penaltys decisivos que já falhou esta época, os seus apoiantes lhe perdoam, porque sabem que ele é perigoso, ele é Óscar cardozo.
Sim gostava de me esconder no estádio da luz, para descobrir os segredos deste Benfica, que é uma máquina de futebol e golos, mesmo os suplentes que aqui pouco foram falados quando entram, entram bem cientes do que tem que fazer em campo, Carlos Martins, Rubem Amorim, Miguel Vítor, principalmente estes.
Sim era capaz de me esconder no estádio da luz, para descobrir os segredos deste Benfica, que para poder tocar o céu, terá que ganhar, algo mais que o simples e efémero titulo de melhor futebol da liga Portuguesa época 2009/10.
Mas já vos disse que era capaz de me esconder no Estádio da Luz?
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O Futuro é já ali.

As ciências, sejam elas quais forem, procuram estudar, os porquês, baseados no passado e no presente, tentando prever o futuro. Testes, experiencias, estudos, são feitos buscando andar sempre um passo mais á frente.
Todos sabemos que o futebol, não é uma ciência exacta, mas muito se fala do futuro do futebol, que tipo de jogo, que tipo tácticas, que tipo de pisos, que regras podem ser implementadas, que tecnologias utilizar.
Antes disso tudo, e primeiro que tudo, a questão que para mim, será a mais importante de todas. Que tipo de jogador(es).
Não é preciso muito para se perceber que o jogo actualmente é mais rápido e decidido em espaços curtos de terreno, nessa junção muitas vezes é decidido por movimentos / execuções curtas e rápidas. È essa a tendência futura e natural deste jogo.
Então que tipo de jogador serão a grande maioria dos jogadores do futuro, e falo num espaço temporal, dentro 10 / 15 anos.
A primeira característica que qualquer jogador de qualidade mediana terá, será a facilidade de executar de com ambos os pés. Passar a curta ou longa distância e recepcionar a bola, serão movimentos que terão que ser executados com a mesma naturalidade com ambos os pés. Driblar com ambos os pés é já uma característica que muitos dos actuais jogadores de top têm, no futuro, todo e qualquer jogador criativo deverá ter essa “condição” no seu jogo.
Onde irão buscar os atletas essa evolução?
A resposta é mais simples do que se possa supor. Ao treino. À qualidade dos seus treinos nos primeiros anos de prática. Quem treina os escalões de iniciação futebolista, sabe e entende os benefícios, que os mais jovens tiram, e tirarão no futuro pelo incentivo á execução, do passe, da recepção e do drible com ambos os pés. Do trabalho conjunto de coordenação com a lateralidade e de relação com a bola utilizando sempre os dois pés, sairão jogadores mais bem preparados, mais capazes e com maior bagagem técnica.
Que tipo de jogadores serão?
Serão jogadores que para além da já referida facilidade de execução ambidextra, e também por esse motivo, serão jogadores mais ágeis, mais inteligentes na leitura dos lances e do jogo, logo mais cultos tacticamente, e fundamentalmente predominará a polivalência, teremos mais jogadores capazes de fazer mais posições no campo.
Que jogo com este “novo” tipo de jogadores?
O jogo é pelos dias de hoje, quando a equipa esta em posse de bola, um jogo onde a busca constante pelo espaço e pelos desequilíbrios defensivos no adversário, são a busca constante dos colectivos.
Os espaços continuarão a ser poucos, e a necessidade de executar rápido manter-se-á, no entanto os jogadores estarão mais á vontade para decidirem e executarem rápido em espaços mais curtos. Mesmo nas posições onde agora a criatividade era menos necessária (centrais e laterais), essa evolução deverá de acontecer, será o ponto de partida, para a evolução dos modelos de jogo (posse e circulação, transições rápidas, contra ataque e jogo directo, defesas bloco alto, médio alto, médio baixo e baixo) tendo como base os esquemas tácticos ( 4*4*2, 3*5*2, 4*2*3*1, 4*3*3,4*1*3*2, etc)actuais, ponto em que nada mudará no futebol.
No meu ponto de vista, após a última grande evolução futebolística ter acontecido a nível táctico, o que levou a termos jogadores mais ágeis física e mentalmente, a próxima será a nível das características técnicas dos atletas, pelos motivos que apontei, teremos melhores atletas em termos de execução técnica (ambidextros), e de leitura e interpretação do jogo, a preocupação da formação incidirá na garantia que o atleta terá vários recursos técnicos / criativos, para utilizar a quando da leitura e interpretação das situações.
O futuro é já ali, mas já está a ser preparado hoje.
Todos sabemos que o futebol, não é uma ciência exacta, mas muito se fala do futuro do futebol, que tipo de jogo, que tipo tácticas, que tipo de pisos, que regras podem ser implementadas, que tecnologias utilizar.
Antes disso tudo, e primeiro que tudo, a questão que para mim, será a mais importante de todas. Que tipo de jogador(es).
Não é preciso muito para se perceber que o jogo actualmente é mais rápido e decidido em espaços curtos de terreno, nessa junção muitas vezes é decidido por movimentos / execuções curtas e rápidas. È essa a tendência futura e natural deste jogo.
Então que tipo de jogador serão a grande maioria dos jogadores do futuro, e falo num espaço temporal, dentro 10 / 15 anos.
A primeira característica que qualquer jogador de qualidade mediana terá, será a facilidade de executar de com ambos os pés. Passar a curta ou longa distância e recepcionar a bola, serão movimentos que terão que ser executados com a mesma naturalidade com ambos os pés. Driblar com ambos os pés é já uma característica que muitos dos actuais jogadores de top têm, no futuro, todo e qualquer jogador criativo deverá ter essa “condição” no seu jogo.
Onde irão buscar os atletas essa evolução?
A resposta é mais simples do que se possa supor. Ao treino. À qualidade dos seus treinos nos primeiros anos de prática. Quem treina os escalões de iniciação futebolista, sabe e entende os benefícios, que os mais jovens tiram, e tirarão no futuro pelo incentivo á execução, do passe, da recepção e do drible com ambos os pés. Do trabalho conjunto de coordenação com a lateralidade e de relação com a bola utilizando sempre os dois pés, sairão jogadores mais bem preparados, mais capazes e com maior bagagem técnica.
Que tipo de jogadores serão?
Serão jogadores que para além da já referida facilidade de execução ambidextra, e também por esse motivo, serão jogadores mais ágeis, mais inteligentes na leitura dos lances e do jogo, logo mais cultos tacticamente, e fundamentalmente predominará a polivalência, teremos mais jogadores capazes de fazer mais posições no campo.
Que jogo com este “novo” tipo de jogadores?
O jogo é pelos dias de hoje, quando a equipa esta em posse de bola, um jogo onde a busca constante pelo espaço e pelos desequilíbrios defensivos no adversário, são a busca constante dos colectivos.
Os espaços continuarão a ser poucos, e a necessidade de executar rápido manter-se-á, no entanto os jogadores estarão mais á vontade para decidirem e executarem rápido em espaços mais curtos. Mesmo nas posições onde agora a criatividade era menos necessária (centrais e laterais), essa evolução deverá de acontecer, será o ponto de partida, para a evolução dos modelos de jogo (posse e circulação, transições rápidas, contra ataque e jogo directo, defesas bloco alto, médio alto, médio baixo e baixo) tendo como base os esquemas tácticos ( 4*4*2, 3*5*2, 4*2*3*1, 4*3*3,4*1*3*2, etc)actuais, ponto em que nada mudará no futebol.
No meu ponto de vista, após a última grande evolução futebolística ter acontecido a nível táctico, o que levou a termos jogadores mais ágeis física e mentalmente, a próxima será a nível das características técnicas dos atletas, pelos motivos que apontei, teremos melhores atletas em termos de execução técnica (ambidextros), e de leitura e interpretação do jogo, a preocupação da formação incidirá na garantia que o atleta terá vários recursos técnicos / criativos, para utilizar a quando da leitura e interpretação das situações.
O futuro é já ali, mas já está a ser preparado hoje.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Porque não se impõe Nani em Manchester

Alguns de nós vimos ou ouvimos falar do estrondoso jogo de Nani no passado domingo, no Emirates Stadium. Um raro estrondoso jogo de Nani. Desde que se encontra na terras de sua majestade, fez talvez dois três bons jogos por ano, número que é significativamente insuficiente para um jogador com as suas características. Mas para entendermos o actual Nani temos que recuar ao Nani dos tempos de Alvalade
Nani no já longínquo losango de Paulo Bento, era um interior que dava largura, profundidade e verticalidade ao jogo, partindo de zonas mais interiores, era dos únicos se não o único a ter autorização a anarquizar o jogo dando-o esticões, para que entendam melhor a sua posição em campo era um pouco de Di Maria no actual Benfica.
Com a partida para Manchester, Fergunson procurou nele, mais um elemento para jogar bem encostado as linhas, como típico extremo.
O problema de Nani é que o United é uma equipa que na maior parte do tempo, joga em ataque continuado, com circulação de bola, e o Português nos jogos que era / é chamado a participar, pouco ou nada se envolve nessa circulação, não procura espaços interiores, logo pouca bola tem. Normalmente quando o vejo jogar no United sinto-o um corpo estranho na equipa, tal como o Coreano Park, que disfarça, mais pela disponibilidade para as tarefas colectivas defensivas.
O United nos chamados jogos grandes fora de casa, pela experiência grande que tem, aprendeu a sofrer, a ter de repartir mais a posse de bola com o adversário, e se tiver que jogar sem ela, também não lhe faz confusão.
É neste tipo de jogo que actualmente Nani e curiosamente Park se sentem mais confortáveis no Manchester, quando a equipa joga longe da baliza da equipa adversária e após a recuperação de bola, tem espaço nas costas da defesa, para com e sem bola, se lançarem embalados em correria loucas, tirando adversários da frente.
Foi assim o grandioso jogo de Nani no passado fim de semana.
Porém penso que, Fergunson não manterá jogadores no plantel, com o qual possa contar só para determinados jogos, são muito poucos os jogos por ano em que os Red Devils se deixem aparentemente “sodomizar”.
Se no passado o tempo corria a favor do ex leão, parece-me que actualmente já não. É urgente Nani se afirmar em definitivo com peça importante do United, é urgente que dê uma outra dimensão ao seu jogo, é urgente que não faça apenas e só 3/4 bons jogos por ano, é urgente que desequilibre mais em ataque continuado, é urgente que expluda como jogador e passe o seu jogo para outra dimensão.
Nani no já longínquo losango de Paulo Bento, era um interior que dava largura, profundidade e verticalidade ao jogo, partindo de zonas mais interiores, era dos únicos se não o único a ter autorização a anarquizar o jogo dando-o esticões, para que entendam melhor a sua posição em campo era um pouco de Di Maria no actual Benfica.
Com a partida para Manchester, Fergunson procurou nele, mais um elemento para jogar bem encostado as linhas, como típico extremo.
O problema de Nani é que o United é uma equipa que na maior parte do tempo, joga em ataque continuado, com circulação de bola, e o Português nos jogos que era / é chamado a participar, pouco ou nada se envolve nessa circulação, não procura espaços interiores, logo pouca bola tem. Normalmente quando o vejo jogar no United sinto-o um corpo estranho na equipa, tal como o Coreano Park, que disfarça, mais pela disponibilidade para as tarefas colectivas defensivas.
O United nos chamados jogos grandes fora de casa, pela experiência grande que tem, aprendeu a sofrer, a ter de repartir mais a posse de bola com o adversário, e se tiver que jogar sem ela, também não lhe faz confusão.
É neste tipo de jogo que actualmente Nani e curiosamente Park se sentem mais confortáveis no Manchester, quando a equipa joga longe da baliza da equipa adversária e após a recuperação de bola, tem espaço nas costas da defesa, para com e sem bola, se lançarem embalados em correria loucas, tirando adversários da frente.
Foi assim o grandioso jogo de Nani no passado fim de semana.
Porém penso que, Fergunson não manterá jogadores no plantel, com o qual possa contar só para determinados jogos, são muito poucos os jogos por ano em que os Red Devils se deixem aparentemente “sodomizar”.
Se no passado o tempo corria a favor do ex leão, parece-me que actualmente já não. É urgente Nani se afirmar em definitivo com peça importante do United, é urgente que dê uma outra dimensão ao seu jogo, é urgente que não faça apenas e só 3/4 bons jogos por ano, é urgente que desequilibre mais em ataque continuado, é urgente que expluda como jogador e passe o seu jogo para outra dimensão.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
E tudo o Norte Levou
Em 5 dias pelo norte, o Sporting jogava para alem da motivação para o resto da época, jogava também as primeiras verdadeiras e duras avaliações ao trabalho de carvalhal.
Como escrevi recentemente, a primeira preocupação / ideia de carvalhal, foi conter a ferida e para isso teve que mudar o sistema táctico, após isso, após a estabilização, e pelo facto de ter percebido que o plantel que tinha não contemplava extremos, e que dificilmente os poderia ter no mercado de Janeiro, voltou a base táctica de 4*4*2.
Ganhou 7 jogos seguidos mas sem nunca encher o olho.
Na Sexta feira, e ontem, o leão tinha as suas primeiras provas de fogo, num mês louco de Fevereiro.
Se na Pedreira ainda mostrou algo, ontem no dragão foi esmagado.
Mais do que duas derrotas que o põe fora de duas competições, a equipa leonina, traz na bagagem novas duvidas sobre as suas capacidades e o seu real valor, e isso acreditem é mais duro e pesado que os 5 golos sofridos na noite do porto.
Carvalhal terá agora que rapidamente fazer esquecer estes dois jogos, e das fraquezas dos seus jogadores fazer forcas, para poderem encarar o Benfica olhos nos olhos, na única competição (e não estarei muito enganado) em que a equipa leonina tem reais hipóteses de ganhar.
Esta dupla deslocação ao Norte do país, poderá ter levado quase tudo o que restava na época leonina, e utilizo o quase para não dizer mesmo que, tudo o Norte levou.
Como escrevi recentemente, a primeira preocupação / ideia de carvalhal, foi conter a ferida e para isso teve que mudar o sistema táctico, após isso, após a estabilização, e pelo facto de ter percebido que o plantel que tinha não contemplava extremos, e que dificilmente os poderia ter no mercado de Janeiro, voltou a base táctica de 4*4*2.
Ganhou 7 jogos seguidos mas sem nunca encher o olho.
Na Sexta feira, e ontem, o leão tinha as suas primeiras provas de fogo, num mês louco de Fevereiro.
Se na Pedreira ainda mostrou algo, ontem no dragão foi esmagado.
Mais do que duas derrotas que o põe fora de duas competições, a equipa leonina, traz na bagagem novas duvidas sobre as suas capacidades e o seu real valor, e isso acreditem é mais duro e pesado que os 5 golos sofridos na noite do porto.
Carvalhal terá agora que rapidamente fazer esquecer estes dois jogos, e das fraquezas dos seus jogadores fazer forcas, para poderem encarar o Benfica olhos nos olhos, na única competição (e não estarei muito enganado) em que a equipa leonina tem reais hipóteses de ganhar.
Esta dupla deslocação ao Norte do país, poderá ter levado quase tudo o que restava na época leonina, e utilizo o quase para não dizer mesmo que, tudo o Norte levou.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Diz o povo que “Fevereiro quente trás o diabo no ventre”
Acabou ontem o mês que as equipas têm para ajustar os seus planteis para o resto da época que falta. Uns anunciaram que não iriam ao mercado e foram, outros anunciaram que iriam e quase não foram, outros simplesmente foram.
O líder Braga viu sair João Pereira, elemento importante na equipa de Domingos, para o seu lugar recuperou Miguel Garcia e para a lateral contrária inscreveu finalmente Tiago Pinto. Para o meio campo, contratou Rafael Bastos, que em Portugal já actuado no Belenenses e no Nacional. Sem duvidas que dos 5 elementos que entraram agora no plantel dos “Guerreiros do Minho”, Renteria avançado que entrou em Portugal pelas portas do Dragão e já esteve em Braga por empréstimo azul e branco, volta á Pedreira, na mesma situação de emprestado pelo Porto. Se em Itália o 1º classificado reforça o 3º, em Portugal o 3º reforça o 1º, parece estranho não. Aquele que sim, me parece grande reforço e pode a vir ser peça fundamental para o resto da época é o regressado luís Aguiar. Se o 1º empréstimo foi por parte do Porto, desta vez volta na condição de emprestado mas pelo Dínamo de Moscovo. Médio organizador de jogo, que pode jogar ao lado de Hugo Viana (sem este), é jogador e agora volta mais experiente.
O Benfica contratou na prática 1 reforço, Eder Luís, extremo ou falso ponta de lança, é aquele que certamente terá mais hipóteses de entrar no 11, Airton e Kardec foram contratados como opções para as indisponibilidades de certos jogadores (Cardozo e Javi Garcia) e numa óptica de futuro pela sua juventude.
Há ultima da hora acabou por inscrever Jorge Ribeiro, devido ao empréstimo do pouco utilizado Shaffer.
Pinto da Costa tinha anunciado que o F.C. Porto não iria ao mercado e que existia confiança no que existia no Olival, no entanto chegaram Ruben Micael, para tentar solucionar o problema existente na organização de jogo Portista, e chegou também o desconhecido Addy.
Falhou a contratação do avançado Kléber, coisa rara nas hostes azuis e brancas.
Para quem não ia ao mercado, até compraram muito.
Bettencourt tinha anunciado que o Sporting iria retocar o plantel, assim João Pereira foi o 1º a chegar a a confirmar as expectativas, Sinama Pongolle chegou, jogou e lesionou-se, mas pode vir a ajudar, e não conseguindo Manuel Fernandes, voltaram-se para o experiente Pedro Mendes, que chega a Lisboa com os olhos postos na África do Sul.
No debilitado Plantel Sportinguista, qualquer um que chegasse com um pouco mais de qualidade seria reforço. Nota para um que não chegou agora mas que é reforço, Izmailov, finalmente recuperado das lesões no joelho. Tanto suspiraram Paulo Bento e Carvalhal pelo Russo.
Diz o Povo que “Fevereiro quente traz o diabo no ventre”, e vai ser sem duvida um mês quente no futebol nacional, onde muita coisa se vai decidir. Ai estão os reforços (os que forem mesmo reforços) para ajudar.
O líder Braga viu sair João Pereira, elemento importante na equipa de Domingos, para o seu lugar recuperou Miguel Garcia e para a lateral contrária inscreveu finalmente Tiago Pinto. Para o meio campo, contratou Rafael Bastos, que em Portugal já actuado no Belenenses e no Nacional. Sem duvidas que dos 5 elementos que entraram agora no plantel dos “Guerreiros do Minho”, Renteria avançado que entrou em Portugal pelas portas do Dragão e já esteve em Braga por empréstimo azul e branco, volta á Pedreira, na mesma situação de emprestado pelo Porto. Se em Itália o 1º classificado reforça o 3º, em Portugal o 3º reforça o 1º, parece estranho não. Aquele que sim, me parece grande reforço e pode a vir ser peça fundamental para o resto da época é o regressado luís Aguiar. Se o 1º empréstimo foi por parte do Porto, desta vez volta na condição de emprestado mas pelo Dínamo de Moscovo. Médio organizador de jogo, que pode jogar ao lado de Hugo Viana (sem este), é jogador e agora volta mais experiente.
O Benfica contratou na prática 1 reforço, Eder Luís, extremo ou falso ponta de lança, é aquele que certamente terá mais hipóteses de entrar no 11, Airton e Kardec foram contratados como opções para as indisponibilidades de certos jogadores (Cardozo e Javi Garcia) e numa óptica de futuro pela sua juventude.
Há ultima da hora acabou por inscrever Jorge Ribeiro, devido ao empréstimo do pouco utilizado Shaffer.
Pinto da Costa tinha anunciado que o F.C. Porto não iria ao mercado e que existia confiança no que existia no Olival, no entanto chegaram Ruben Micael, para tentar solucionar o problema existente na organização de jogo Portista, e chegou também o desconhecido Addy.
Falhou a contratação do avançado Kléber, coisa rara nas hostes azuis e brancas.
Para quem não ia ao mercado, até compraram muito.
Bettencourt tinha anunciado que o Sporting iria retocar o plantel, assim João Pereira foi o 1º a chegar a a confirmar as expectativas, Sinama Pongolle chegou, jogou e lesionou-se, mas pode vir a ajudar, e não conseguindo Manuel Fernandes, voltaram-se para o experiente Pedro Mendes, que chega a Lisboa com os olhos postos na África do Sul.
No debilitado Plantel Sportinguista, qualquer um que chegasse com um pouco mais de qualidade seria reforço. Nota para um que não chegou agora mas que é reforço, Izmailov, finalmente recuperado das lesões no joelho. Tanto suspiraram Paulo Bento e Carvalhal pelo Russo.
Diz o Povo que “Fevereiro quente traz o diabo no ventre”, e vai ser sem duvida um mês quente no futebol nacional, onde muita coisa se vai decidir. Ai estão os reforços (os que forem mesmo reforços) para ajudar.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Carta a Miguel Veloso

Caro Miguel, permita-me que o trate assim, muito se tem falo do interesse de vários clubes na tua aquisição. Clubes de Espanha, Inglaterra, Itália, uns com mais ambições outros nem por isso. Hoje acordei com a notícia de que o Inter de Milão, treinado pelo nosso bem conhecido José Mourinho, estaria interessado no teu empréstimo até ao fim desta época desportiva.
Miguel, pergunto-me se tu próprio te perguntas-te para que posição te queria Mourinho contratar?
Queres fazer esse raciocínio comigo Miguel?
Antes disso pego no exemplo de uma das equipas que se falou, estar possivelmente interessado na tua aquisição. A Fiorentina.
Caso fosses para Florença, poderias e terias a possibilidade de jogares, no lugar que é público, preferes jogar, no meio campo, e de preferência na frente dos defesas, fazendo dupla com Cristiano Zanetti ou Montolivo. Nunca passarias de mais um médio defensivo banal e esporadicamente poderias ser chamado á selecção nacional. Já reparas-te quem é que os Viola adquiriram quando falharam a tua contratação? O nosso conhecido, Mário Bolatti que até é parecido contigo em termos de características de médio.
No Inter, e olhando rapidamente para os médios dos Neroazzuri, Stankovic, Tiago Motta, Sneijder, Muntari, Cambiasso, Mancini e Quaresma, só para falar dos mais conhecidos, penso Miguel que terias pouca hipóteses de jogar nessa zona do terreno, enquanto que na zona lateral esquerda da defensiva apenas existe Davide Santon, como lateral de origem. Penso que Mourinho pensou em ti como opção para esse lugar, e assim oferecia-te “grátis” o bilhete no lote dos 23 para o mundial, para além de potencializar-te naquela que, julgo ser a posição, onde te deverias fixar para poder jogar nos chamados grandes do futebol mundial.
Caro Miguel na minha opinião, poderás ser um grande lateral mundial, ou um banal médio central, essa será uma opção que em termos de carreira deverás fazer, se um dia saíres de Portugal, por outras palavras, essa opção será feita dependendo do clube para onde saíres.
Miguel, pergunto-me se tu próprio te perguntas-te para que posição te queria Mourinho contratar?
Queres fazer esse raciocínio comigo Miguel?
Antes disso pego no exemplo de uma das equipas que se falou, estar possivelmente interessado na tua aquisição. A Fiorentina.
Caso fosses para Florença, poderias e terias a possibilidade de jogares, no lugar que é público, preferes jogar, no meio campo, e de preferência na frente dos defesas, fazendo dupla com Cristiano Zanetti ou Montolivo. Nunca passarias de mais um médio defensivo banal e esporadicamente poderias ser chamado á selecção nacional. Já reparas-te quem é que os Viola adquiriram quando falharam a tua contratação? O nosso conhecido, Mário Bolatti que até é parecido contigo em termos de características de médio.
No Inter, e olhando rapidamente para os médios dos Neroazzuri, Stankovic, Tiago Motta, Sneijder, Muntari, Cambiasso, Mancini e Quaresma, só para falar dos mais conhecidos, penso Miguel que terias pouca hipóteses de jogar nessa zona do terreno, enquanto que na zona lateral esquerda da defensiva apenas existe Davide Santon, como lateral de origem. Penso que Mourinho pensou em ti como opção para esse lugar, e assim oferecia-te “grátis” o bilhete no lote dos 23 para o mundial, para além de potencializar-te naquela que, julgo ser a posição, onde te deverias fixar para poder jogar nos chamados grandes do futebol mundial.
Caro Miguel na minha opinião, poderás ser um grande lateral mundial, ou um banal médio central, essa será uma opção que em termos de carreira deverás fazer, se um dia saíres de Portugal, por outras palavras, essa opção será feita dependendo do clube para onde saíres.
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Ferrara e o "Deus" da Sorte....

Jogo entre Juventus e Roma. O Jogo empatado a 1-1 e o Buffon é expulso por travar um avançado da Roma quando este estava isolado. Ferrara no banco retirar do campo Del Piero e faz entrar o suplente Manninger, o público reage com assobios. Para os adeptos os deuses, os ídolos são intocáveis, para os Juventinos Del Piero é isso tudo.
Último minuto de jogo, Riise de cabeça, faz o golo que dá a vitória aos Romanos. A realização filma Del Piero, que como capitão, grita aos seus colegas, e logo de seguida Ferrara, que no meio daquela multidão, é um homem só! Percebe que o seu caminho pode estar no fim, que se existe um deus da sorte esse não quer nada consigo, e que Del Piero é o Deus da sorte em Turim.
Último minuto de jogo, Riise de cabeça, faz o golo que dá a vitória aos Romanos. A realização filma Del Piero, que como capitão, grita aos seus colegas, e logo de seguida Ferrara, que no meio daquela multidão, é um homem só! Percebe que o seu caminho pode estar no fim, que se existe um deus da sorte esse não quer nada consigo, e que Del Piero é o Deus da sorte em Turim.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Se”, “então”, “O Quê”, para chegar ao "Como"
No livro “Segredos do Futebol” de Rui Pacheco, existe uma passagem referida como sendo de J. Garganta, que afirma que a “decisão estratégica está relacionada com os fins de mudança (“se”…”então”), enquanto que a táctica se reporta aos meios a utilizar para tal (ao “o Quê” e ao “Como”).”
Lembro-me desta passagem quando visualizo o Sporting vs Leixões e o Porto vs Leiria e me apercebo que existem alguns jogadores do Sporting e do Porto incapazes de tomar regular e consecutivamente boas decisões. É o “Se”, “Então”, “o Quê” e o “Como”
Os jogadores ao longo de 90 minutos tem que tomar consecutivas decisões, fruto de “problemas”, “situações” que lhes são colocados, o 1º passo para a resolução das situações, começa com a questão “Se”. Se eu tenho a bola, se eu não tenho bola, se o meu colega não me dá apoio, se isto, se aquilo.
O “Então”, são as inúmeras possibilidades de resolução desse “Se”. Se o meu colega tem a bola, então devo-me desmarcar, então devo-lhe dar apoio.
A selecção dessas inúmeras opções, leva o jogador para outra questão, o “O Quê”, é o momento prévio à execução. “O Quê” tem de ser posto sempre em dois sentidos, o que é que é melhor para a equipa, o que é que é melhor para mim, o momento em que maior parte das vezes, a decisão está tomada, e em que o jogador, pensa no que é melhor fazer naquela situação.
O “Como” é apenas e só a resposta mecânica á situação / problema, tendo como base a execução técnica- táctica. Como posso ultrapassar este adversário, como posso travar este adversário, como posso criar uma situação de desequilíbrio defensivo, como devo ocupar o meu espaço, etc etc.
A prática (no caso dos mais jovens), a experiência, leva a que este processo passe a ser cada vez mais rápido, pelo que pode ser chamado raciocínio rápido, o que leva a um executar mais imediato, no entanto haverão sempre os super dotados, que a isso tudo (prática, raciocínio rápido e experiência) acrescentam-lhe instinto. A chamada experiência acaba por ser uma antecipação do "Como" .
Volto ao início deste post, à incapacidade de certos jogadores do Porto, Sporting e já agora Benfica, tomarem regular e consecutivamente boas decisões durante o jogo. Prende-se apenas e só com o facto de “O Como” não estar bem assimilado, a segurança na execução técnica-táctica não está bem aprendida, não existe conforto (entendimento) na forma de jogo da equipa.
Lembro-me desta passagem quando visualizo o Sporting vs Leixões e o Porto vs Leiria e me apercebo que existem alguns jogadores do Sporting e do Porto incapazes de tomar regular e consecutivamente boas decisões. É o “Se”, “Então”, “o Quê” e o “Como”
Os jogadores ao longo de 90 minutos tem que tomar consecutivas decisões, fruto de “problemas”, “situações” que lhes são colocados, o 1º passo para a resolução das situações, começa com a questão “Se”. Se eu tenho a bola, se eu não tenho bola, se o meu colega não me dá apoio, se isto, se aquilo.
O “Então”, são as inúmeras possibilidades de resolução desse “Se”. Se o meu colega tem a bola, então devo-me desmarcar, então devo-lhe dar apoio.
A selecção dessas inúmeras opções, leva o jogador para outra questão, o “O Quê”, é o momento prévio à execução. “O Quê” tem de ser posto sempre em dois sentidos, o que é que é melhor para a equipa, o que é que é melhor para mim, o momento em que maior parte das vezes, a decisão está tomada, e em que o jogador, pensa no que é melhor fazer naquela situação.
O “Como” é apenas e só a resposta mecânica á situação / problema, tendo como base a execução técnica- táctica. Como posso ultrapassar este adversário, como posso travar este adversário, como posso criar uma situação de desequilíbrio defensivo, como devo ocupar o meu espaço, etc etc.
A prática (no caso dos mais jovens), a experiência, leva a que este processo passe a ser cada vez mais rápido, pelo que pode ser chamado raciocínio rápido, o que leva a um executar mais imediato, no entanto haverão sempre os super dotados, que a isso tudo (prática, raciocínio rápido e experiência) acrescentam-lhe instinto. A chamada experiência acaba por ser uma antecipação do "Como" .
Volto ao início deste post, à incapacidade de certos jogadores do Porto, Sporting e já agora Benfica, tomarem regular e consecutivamente boas decisões durante o jogo. Prende-se apenas e só com o facto de “O Como” não estar bem assimilado, a segurança na execução técnica-táctica não está bem aprendida, não existe conforto (entendimento) na forma de jogo da equipa.
Exemplos?! Fernando no passado tinha Lucho na sua frente e a sua preocupação passava por chegar a dois “Comos”, como fechar a entrada de área defensivamente e como fazer chegar a bola ao organizador Lucho. Este ano ainda não consegui chegar a outros “Como” que lhe são pedidos por Jesualdo, como por exemplo, ser mais criterioso na transição defesa ataque.
João Moutinho é pelos dias de hoje um dos jogadores, como menos confiança no habitual 11 Leonino, disfarça pela sua qualidade individual, mas não sabe como deve ser o médio criativo que a equipa necessita. Como disse disfarça, mas o alcançar deste “Como” não se apresenta fácil. Mesmo assim, pela sua inteligência de jogo disfarça, chegando ao seu "Como" (não ao que a equipa precisa) utilizando a sua leitura de jogo e simplificando ao máximo as suas acções.
Di Maria é como todos sabem, um bom jogador do ponto de vista criativo, no Benfica é ele o único com autorização para dar “anarquia” ao jogo, porque lhe falta entender, de como pode pôr a sua criatividade ao serviço de um futebol ofensivo. Falta-lhe o "Como" pôr a sua criatividade ao serviço do "Como" colectivo, nunca lhe foi pedido.
João Moutinho é pelos dias de hoje um dos jogadores, como menos confiança no habitual 11 Leonino, disfarça pela sua qualidade individual, mas não sabe como deve ser o médio criativo que a equipa necessita. Como disse disfarça, mas o alcançar deste “Como” não se apresenta fácil. Mesmo assim, pela sua inteligência de jogo disfarça, chegando ao seu "Como" (não ao que a equipa precisa) utilizando a sua leitura de jogo e simplificando ao máximo as suas acções.
Di Maria é como todos sabem, um bom jogador do ponto de vista criativo, no Benfica é ele o único com autorização para dar “anarquia” ao jogo, porque lhe falta entender, de como pode pôr a sua criatividade ao serviço de um futebol ofensivo. Falta-lhe o "Como" pôr a sua criatividade ao serviço do "Como" colectivo, nunca lhe foi pedido.
Todo o processo de "Se", "Então", "O Quê", para Di Maria termina sempre num "Como" individual.
Ps: o Jogo está cada vez mais rápido e tudo isto se processa em segundos ou menos que isso. Como disse á pouco, dotados são os que por instinto chegam simultaneamente ao “Como” individual e colectivo.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Quando não podes mudar...evolui!
A mudança ou evolução são processos que levam o seu tempo, tem de se estruturados, desde a identificação dos pormenores menos positivos ou necessidades, á aplicação na pratica dessa mesma mudança ou evolução.
È este o pensamento que me ocorre, ao ver o actual Sporting. Não me parece ainda uma equipa sólida, mas pode para lá caminhar, porque se encontrava em mudança e em evolução, e se um desses processos já é complicado, ambos em simultâneo, duplica a complexidade da tarefa.
Carvalhal, chegou, mudou para estancar, baralhou, testou e rapidamente voltou ao ponto de partida, ou seja percebeu que com o actual plantel seria difícil mudar e evoluir ao mesmo tempo, assim, voltou ao esquema táctico para o qual este plantel foi construído, o 4*4*2 losango, deixando de lado a mudança, mas não desistiu da evolução, assim sentiu a necessidade de dar ao sistema táctico e a filosofia de jogo (mais ao sistema que á filosofia), uma nova e maior dinâmica.
O nome e o rosto dessa nova e maior dinâmica, é só um João Pereira.
Dois jogos chegaram para provar que é reforço, e com o seu jogo feito de nervo, irreverência (mais contida actualmente do que nos tempos de Benfica), contagiou alguns dos seus colegas. Apesar de colocado na lateral direita em dois jogos foi dos jogadores do Sporting que mais teve a bola nos pés, sinonimo que a nova dinâmica do futebol do Sporting passa por laterais que consigam dar profundidade ofensiva. Se á direita o assunto está mais que arrumado (Abel ou Pedro Silva terão que partir), á esquerda, o único lateral que vejo para conseguir fazer um trabalho semelhante é….Miguel Veloso, desculpem-me a insistência, mas do actual plantel leonino só Veloso consegue dar o equilíbrio necessário a atacar e a defender.
Na nova dinâmica entra também Adrien Silva, que no campo “limita-se”, a ficar o mais quieto possível, para ser apoio na circulação de bola de um corredor para o outro, e a fazer compensações aos laterais.
Um dos responsáveis por Carvalhal ter voltado ao losango é Saleiro, teve a oportunidade, correspondeu, e fez Carvalhal pensar que de futuro podia ser uma boa dupla com Liedson. Se bem que Saleiro sabe que quando Liedson e Sinama Pongolle voltarem das lesões, terão direito a serem testados juntos.
Se João Pereira, Saleiro e Adrien são os rostos positivos da evolução Leonina
Matias Fernandez e Polga, serão os rostos da mudança, o Chileno passa agora mais tempo no banco, e o até agora titular, fosse em que condição fosse Polga, faz-lhe companhia, e acredito que no inicio do próximo ano, já não se treine em Alcochete.
Ainda há muito trabalho para fazer por Carvalhal e a sua equipa, principalmente na segurança e dinâmica com que as acções colectivas são efectuadas, mas já começam a mostrar uma imagem mais atraente do que até á bem pouco tempo atrás.
È este o pensamento que me ocorre, ao ver o actual Sporting. Não me parece ainda uma equipa sólida, mas pode para lá caminhar, porque se encontrava em mudança e em evolução, e se um desses processos já é complicado, ambos em simultâneo, duplica a complexidade da tarefa.
Carvalhal, chegou, mudou para estancar, baralhou, testou e rapidamente voltou ao ponto de partida, ou seja percebeu que com o actual plantel seria difícil mudar e evoluir ao mesmo tempo, assim, voltou ao esquema táctico para o qual este plantel foi construído, o 4*4*2 losango, deixando de lado a mudança, mas não desistiu da evolução, assim sentiu a necessidade de dar ao sistema táctico e a filosofia de jogo (mais ao sistema que á filosofia), uma nova e maior dinâmica.
O nome e o rosto dessa nova e maior dinâmica, é só um João Pereira.
Dois jogos chegaram para provar que é reforço, e com o seu jogo feito de nervo, irreverência (mais contida actualmente do que nos tempos de Benfica), contagiou alguns dos seus colegas. Apesar de colocado na lateral direita em dois jogos foi dos jogadores do Sporting que mais teve a bola nos pés, sinonimo que a nova dinâmica do futebol do Sporting passa por laterais que consigam dar profundidade ofensiva. Se á direita o assunto está mais que arrumado (Abel ou Pedro Silva terão que partir), á esquerda, o único lateral que vejo para conseguir fazer um trabalho semelhante é….Miguel Veloso, desculpem-me a insistência, mas do actual plantel leonino só Veloso consegue dar o equilíbrio necessário a atacar e a defender.
Na nova dinâmica entra também Adrien Silva, que no campo “limita-se”, a ficar o mais quieto possível, para ser apoio na circulação de bola de um corredor para o outro, e a fazer compensações aos laterais.
Um dos responsáveis por Carvalhal ter voltado ao losango é Saleiro, teve a oportunidade, correspondeu, e fez Carvalhal pensar que de futuro podia ser uma boa dupla com Liedson. Se bem que Saleiro sabe que quando Liedson e Sinama Pongolle voltarem das lesões, terão direito a serem testados juntos.
Se João Pereira, Saleiro e Adrien são os rostos positivos da evolução Leonina
Matias Fernandez e Polga, serão os rostos da mudança, o Chileno passa agora mais tempo no banco, e o até agora titular, fosse em que condição fosse Polga, faz-lhe companhia, e acredito que no inicio do próximo ano, já não se treine em Alcochete.
Ainda há muito trabalho para fazer por Carvalhal e a sua equipa, principalmente na segurança e dinâmica com que as acções colectivas são efectuadas, mas já começam a mostrar uma imagem mais atraente do que até á bem pouco tempo atrás.
Ps: Carvalhal tem também Izmailov, pelo qual tanto Bento suspirou, com ele em campo, há outro Sporting, para melhor.
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